quarta-feira, 11 de março de 2015

O panelaço da barriga cheia e do ódio

Reproduzo aqui a resposta sob medida do Juca Kfouri aos ricos que insistem em reproduzir ódio ao invés de argumentos.

Exibindo

Nós, brasileiros, somos capazes de sonegar meio trilhão de reais de Imposto de Renda só no ano passado. 
Como somos capazes de vender e comprar DVDs piratas, cuspir no chão, desrespeitar o sinal vermelho, andar pelo acostamento e, ainda por cima, votar no Collor, no Maluf, no Newtão Cardoso, na Roseana, no Marconi Perillo ou no Palocci. 
 O panelaço nas varandas gourmet de ontem não foi contra a corrupção. 
 Foi contra o incômodo que a elite branca sente ao disputar espaço com esta gente diferenciada que anda frequentando aeroportos, congestionando o trânsito e disputando vaga na universidade. 
 Elite branca que não se assume como tal, embora seja elite e branca. 
 Como eu sou. 
 Elite branca, termo criado pelo conservador Cláudio Lembo, que dela faz parte, não nega, mas enxerga. 
 Como Luís Carlos Bresser Pereira, fundador do PSDB e ex-ministro de FHC, que disse:
“Um fenômeno novo na realidade brasileira é o ódio político, o espírito golpista dos ricos contra os pobres. 
O pacto nacional popular articulado pelo PT desmoronou no governo Dilma e a burguesia voltou a se unificar. 
Surgiu um fenômeno nunca visto antes no Brasil, um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, a um partido e a um presidente. 
Não é preocupação ou medo. É ódio. 
Decorre do fato de se ter, pela primeira vez, um governo de centro-esquerda que se conservou de esquerda, que fez compromissos, mas não se entregou. 
Continuou defendendo os pobres contra os ricos. 
O governo revelou uma preferência forte e clara pelos trabalhadores e pelos pobres. 
Nos dois últimos anos da Dilma, a luta de classes voltou com força. 
Não por parte dos trabalhadores, mas por parte da burguesia insatisfeita. 
Quando os liberais e os ricos perderam a eleição não aceitaram isso e, antidemocraticamente, continuaram de armas em punho. 
E de repente, voltávamos ao udenismo e ao golpismo.”
Nada diferente do que pensa o empresário também tucano Ricardo Semler, que ri quando lhe dizem que os escândalos do mensalão e da Petrobras demonstram que jamais se roubou tanto no país. 
“Santa hipocrisia”, disse ele. “Já se roubou muito mais, apenas não era publicado, não ia parar nas redes sociais”.
Sejamos francos: tão legítimo como protestar contra o governo é a falta de senso do ridículo de quem bate panelas de barriga cheia, mesmo sob o risco de riscar as de teflon, como bem observou o jornalista Leonardo Sakamoto.
Ou a falta de educação, ao chamar uma mulher de “vaca” em quaisquer dias do ano ou no Dia Internacional da Mulher, repetindo a cafajestagem do jogo de abertura da Copa do Mundo.
Aliás, como bem lembrou o artista plástico Fábio Tremonte: “Nem todo mundo que mora em bairro rico participou do panelaço. Muitos não sabiam onde ficava a cozinha”.
Já na zona leste, em São Paulo, não houve panelaço, nem se ouviu o pronunciamento da presidenta, porque faltava luz na região, como tem faltado água, graças aos bom serviços da Eletropaulo e da Sabesp.
Dilma Rousseff, gostemos ou não, foi democraticamente eleita em outubro passado.
Que as vozes de Bresser Pereira e Semler prevaleçam sobre as dos Bolsonaros é o mínimo que se pode esperar de quem queira, verdadeiramente, um país mais justo e fraterno.
E sem corrupção, é claro!

terça-feira, 10 de março de 2015

Renato Russo - Melhores Musicas

Engenheiros do Awai, completo

As 18 melhores músicas de Raul Seixas

As melhores de Raul Seixas: Eu prefiro serrrrr essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo...

A imortalidade é algo incrível. Em alguns é tão visível e em outros o silêncio do anonimato perdido na imensidão do Universo.

Eu sou a luz das estrelas...

Acima do Sol: Gosto de músicas e poemas que falem dos astros porque me faz entender que sou nada e tudo ao mesmo tempo

Se amanhã não for nada disso...

sábado, 7 de fevereiro de 2015

1/2 Século + 1..

Não é mais uma idade,

Tá mais pra uma fórmula matemática, ou física.

Agora o tempo está mais pra extra.


São vidas adicionais a cada dia,

Se comparado, claro, com outros tempos.


Meus Filhos cresceram,

Estão maduros,

Bonitos,

Mais e mais amáveis.

É tão bom vê-los assim,

Mas sinto saudades deles bebês, crianças,

Até de quando vaziam um pouco de manha e exigiam colo e carinho.


Cada tempo tem seu tempo,

Sua forma, alegrias, tristeza, necessidades e desafios.


Eu sei que tudo tinha que ser da forma que foi,

Lógico que poderia ter seguido outros caminhos. As escolhas que fiz fez

Tudo ser como é: 


Esta forma meio louca e infinita de felicidade e aventura,

Ou aventura e felicidade. Não sei bem a ordem das coisas.



Como será daqui há 10 anos?

Não sei, mas se for tão bom como tem sido

A vida terá valido a pena.


A minha Gi me trouxe a oportunidade de lembrar:


Há meses ou dias do dia "D", 

Digo, do tal 1/2 século + 1.


Os pensamentos me levaram ao Meu Pé de Acerola.


Há 15 anos ou mais,

Uma planta me fez companhia em noites e dias,

Ela me curou da solidão.


Houvia calada os meus tormentos e minhas histórias loucas,

Com o passar do tempo pude sentir suas respostas,


Uma relação tão forte que deu tantas acerolas em forma de frutos.


Meu pé de Acerola deixou de ser uma semente, se tornou uma árvore,

Minha Grandiosa Conselheira.


Sinto saudades Dela, 


Gosto de pensar que carrego suas frutas espalhadas em meu corpo,

E suas lindas ideias incorporadas em minha alma.


É bom saber que tive e ainda penso em MEU PÉ DE ACEROLA

Isso me torna mais humano, me faz ter orgulho de mim mesmo.


Algum dia, talvez antes, ou depois do meu 1 século, nos encontraremos pra 

Compartilhar outra vez:

NOSSO SENTIMENTO,

quem sabe outras coisas...
digo: trocas de energia.







quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Palavras de Kardec

"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei".

"Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade".

"Fora da caridade não há salvação".

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Celular Moto E: Você fala e ele escreve!

Acabo de descobrir uma coisa fantástica,

Imagine que o meu celular Moto E consegue escrever tudo aquilo que eu falo.

Isso é fantástico.  Eu disse fantástico. É tudo que eu queria. É tudo que eu precisava.

Agora tudo que eu penso eu consigo escrever facilmente. Eu posso escrever todas as minhas idéias. só preciso pensar!

Esse post eu fiz praticamente falando.

Minha vida ficou agora como um sonho de fadas.

Me sinto no paraíso, onde tudo que penso  consigo colocar na folha de papel.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Não Será em 2012...Agora estou no celular...

Em casa, no sofá, paradinho no tempo,

Depois de ler Não será em 2012...,

Estou a pensar em todas as previsões de Chico Xavier.

O ciclo de 28 mil anos vai provocar mudanças e independe de nossas ações, mas podem ser mais amenas se concluímos os 50 anos de paz mundial.

Enfim, 2019 é o fim do mundo velho de qualquer maneira...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Déjà vi

Como dezembro chegou tão rápido? O tempo tá rolando numa velocidade incrível. Este mundo girando assim me faz ter a sensação de que o tempo não faz o menor sentido. Ontem, hoje ou amanhã pode ser realmente tudo igual, mas ao mesmo tempo uma oportunidade de fazermos melhor, agir com mais inteligência em cada momento.

Digo isso porque  tive de novo àquela sensação de déjà vi como uma premonição num passado distante. Eu olhei da via Norte Sul no passado e me vi olhando da sacada para a Norte Sul. É possível isso? Sim, é possível! Estou vivendo isso.

O que é mais interessante é que o ciclo de nossa vida pode ser visualizado em lembranças do passado ou do futuro. Seria mais uma prova de que o tempo ou nossa vida aqui, de certa forma, tem sim uma programação.

Existe sim o livre arbítrio. Podemos até moldar o futuro, mas há coisas predeterminadas por nós mesmo. Talvez tenhamos articulado tudo isso pra ser vivido agora, nesta vida. Ou talvez estejamos presos em valores e culturas atrasadas, sendo fácil imaginar nosso destino.