sexta-feira, 10 de maio de 2013

PROGRAMA DO PT, MAIO 2013, COM DILMA, LULA, MINISTROS: CONQUISTAS DO POVO EM 10 ANOS DE GOVERNO DO PT!


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Os Melhores do Mundo - Sequestrador (Pleonasmo). Quer rir? É de morrer de rir!


terça-feira, 23 de abril de 2013

Por que as cotas raciais deram certo no Brasil

Revista Isto É acerta na mosca, confira clicando aqui

Política de inclusão de negros nas universidades melhorou a qualidade do ensino e reduziu os índices de evasão. Acima de tudo, está transformando a vida de milhares de brasileiros

Amauri Segalla, Mariana Brugger e Rodrigo Cardoso
 

Antes de pedalar pelas ruas de Amsterdã com uma bicicleta vermelha e um sorriso largo, como fez na tarde da quarta-feira da semana passada, Ícaro Luís Vidal dos Santos, 25 anos, percorreu um caminho duro, mas que poderia ter sido bem mais tortuoso. Talvez instransponível. Ele foi o primeiro cotista negro a entrar na Faculdade de Medicina da Federal da Bahia. Formando da turma de 2011, Ícaro trabalha como clínico geral em um hospital de Salvador. A foto ao lado celebra a alegria de alguém que tinha tudo para não estar ali. É que, no Brasil, a cor da pele determina as chances de uma pessoa chegar à universidade. Para pobres e alunos de escolas públicas, também são poucas as rotas disponíveis. Como tantos outros, Ícaro reúne várias barreiras numa só pessoa: sempre frequentou colégio gratuito, sempre foi pobre – e é negro. Mesmo assim, sua história é diferente. Contra todas as probabilidades, tornou-se doutor diplomado, com dinheiro suficiente para cruzar o Atlântico e saborear a primeira viagem internacional. Sem a política de cotas, ele teria passado os últimos dias pedalando nas pontes erguidas sobre os canais de Amsterdã? Impossível dizer com certeza, mas a resposta lógica seria “não”.
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Desde que o primeiro aluno negro ingressou em uma universidade pública pelo sistema de cotas, há dez anos, muita bobagem foi dita por aí. Os críticos ferozes afirmaram que o modelo rebaixaria o  nível educacional e degradaria as universidades. Eles também disseram que os cotistas jamais acompanhariam o ritmo de seus colegas mais iluminados e isso resultaria na desistência dos negros e pobres beneficiados pelos programas de inclusão. Os arautos do pessimismo profetizaram discrepâncias do próprio vestibular, pois os cotistas seriam aprovados com notas vexatórias se comparadas com o desempenho da turma considerada mais capaz. Para os apocalípticos, o sistema de cotas culminaria numa decrepitude completa: o ódio racial seria instalado nas salas de aula universitárias, enquanto negros e brancos construiriam muros imaginários entre si. A segregação venceria e a mediocridade dos cotistas acabaria de vez com o mundo acadêmico brasileiro. Mas, surpresa: nada disso aconteceu. Um por um, todos os argumentos foram derrotados pela simples constatação da realidade. “Até agora, nenhuma das justificativas das pessoas contrárias às cotas se mostrou verdadeira”, diz Ricardo Vieiralves de Castro, reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
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As cotas raciais deram certo porque seus beneficiados são, sim, competentes. Merecem, sim, frequentar uma universidade pública e de qualidade. No vestibular, que é o princípio de tudo, os cotistas estão só um pouco atrás. Segundo dados do Sistema de Seleção Unificada, a nota de corte para os candidatos convencionais a vagas de medicina nas federais foi de 787,56 pontos. Para os cotistas, foi de 761,67 pontos. A diferença entre eles, portanto, ficou próxima de 3%. ISTOÉ entrevistou educadores e todos disseram que essa distância é mais do que razoável. Na verdade, é quase nada. Se em uma disciplina tão concorrida quanto medicina um coeficiente de apenas 3% separa os privilegiados, que estudaram em colégios privados, dos negros e pobres, que frequentaram escolas públicas, então é justo supor que a diferença mínima pode, perfeitamente, ser igualada ou superada no decorrer dos cursos. Depende só da disposição do aluno. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma das mais conceituadas do País, os resultados do último vestibular surpreenderam. “A maior diferença entre as notas de ingresso de cotistas e não cotistas foi observada no curso de economia”, diz Ângela Rocha, pró-reitora da UFRJ. “Mesmo assim, essa distância foi de 11%, o que, estatisticamente, não é significativo.”
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Por ser recente, o sistema de cotas para negros carece de estudos que reúnam dados gerais do conjunto de universidades brasileiras. Mesmo analisados separadamente, eles trazem respostas extraordinárias. É de se imaginar que os alunos oriundos de colégios privados tenham, na universidade, desempenho muito acima de seus pares cotistas. Afinal, eles tiveram uma educação exemplar, amparada em mensalidades que custam pequenas fortunas. Mas a esperada superioridade estudantil dos não cotistas está longe de ser verdade. A Uerj analisou as notas de seus alunos durante 5 anos. Os negros tiraram, em média, 6,41. Já os não cotistas marcaram 6,37 pontos. Caso isolado? De jeito nenhum. Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que também é referência no País, uma pesquisa demonstrou que, em 33 dos 64 cursos analisados, os alunos que ingressaram na universidade por meio de um sistema parecido com as cotas tiveram performance melhor do que os não beneficiados. E ninguém está falando aqui de disciplinas sem prestígio. Em engenharia de computação, uma das novas fronteiras do mercado de trabalho, os estudantes negros, pobres e que frequentaram escolas públicas tiraram, no terceiro semestre, média de 6,8, contra 6,1 dos demais. Em física, um bicho de sete cabeças para a maioria das pessoas, o primeiro grupo cravou 5,4 pontos, mais dos que os 4,1 dos outros (o que dá uma diferença espantosa de 32%).
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Em um relatório interno, a Unicamp avaliou que seu programa para pobres e negros resultou em um bônus inesperado. “Além de promover a inclusão social e étnica, obtivemos um ganho acadêmico”, diz o texto. Ora, os pessimistas não diziam que os alunos favorecidos pelas cotas acabariam com a meritocracia? Não afirmavam que a qualidade das universidades seria colocada em xeque? Por uma sublime ironia, foi o inverso que aconteceu. E se a diferença entre cotistas e não cotistas fosse realmente grande, significaria que os programas de inclusão estariam condenados ao fracasso? Esse tipo de análise é igualmente discutível. “Em um País tão desigual quanto o Brasil, falar em meritocracia não faz sentido”, diz Nelson Inocêncio, coordenador do núcleo de estudos afrobrasileiros da UnB. “Com as cotas, não é o mérito que se deve discutir, mas, sim, a questão da oportunidade.” Ricardo Vieiralves de Castro fala do dever intrínseco das universidades em, afinal, transformar  seus alunos – mesmo que cheguem à sala de aula com deficiências de aprendizado. “Se você não acredita que a educação é um processo modificador e civilizatório, que o conhecimento é capaz de provocar grandes mudanças, não faz sentido existir professores.” Não faz sentido existir nem sequer universidade.
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Mas o que explica o desempenho estudantil eficiente dos cotistas? “Os alunos do modelo de inclusão são sobreviventes, aqueles que sempre foram os melhores de sua turma”, diz Maurício Kleinke, coordenador-executivo do vestibular da Unicamp. Kleinke faz uma análise interessante do fenômeno. “Eles querem, acima de tudo, mostrar para os outros que são capazes e, por isso, se esforçam mais.” Segundo o professor da Unicamp, os mais favorecidos sabem que, se tudo der errado na universidade, podem simplesmente deixar o curso e voltar para os braços firmes e seguros de seus pais. Para os negros e pobres, é diferente. “Eles não sofrem da crise existencial que afeta muitos alunos universitários e que faz com que estes desistam do curso para tentar qualquer outra coisa.” Advogado que entrou na PUC do Rio por meio de um sistema de cotas, Renato Ferreira dos Santos concorda com essa teoria. “Nós, negros, não podemos fazer corpo mole na universidade”, diz. Também professor do departamento de psicologia da Uerj, Ricardo Vieiralves de Castro vai além. “Há um esforço diferenciado do aluno cotista, que agarra essa oportunidade como uma chance de vida”, diz o educador. “Ele faz um esforço pessoal de superação.” Esse empenho, diz o especialista, é detectável a cada período estudantil. “O cotista começa a universidade com uma performance mediana, mas depois se iguala ao não cotista e, por fim, o supera em muitos casos.”
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O cotista não desiste. Se desistir, terá de voltar ao passado e enfrentar a falta de oportunidades que a vida ofereceu. Por isso, os índices de evasão dos alunos dos programas de inclusão são baixos e, em diversas universidades, até inferiores aos dos não cotistas. Para os críticos teimosos, que achavam que as cotas não teriam efeito positivo, o que se observa é a inserção maior de negros no mercado de trabalho. “Fizemos uma avaliação com 500 cotistas e descobrimos que 91% deles estão empregados em diversas carreiras, até naquelas que têm mais dificuldade para empregar”, diz Ricardo Vieiralves de Castro. Com o diploma em mãos, os negros alcançam postos de melhor remuneração, o que, por sua vez, significa uma chance de transformação para o seu grupo social. Não é difícil imaginar como os filhos dos cotistas terão uma vida mais confortável – e de mais oportunidades – do que seus pais jamais tiveram.
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Por mais que os críticos gritem contra o sistema de cotas, a realidade nua e crua é que ele tem gerado uma série de efeitos positivos. Hoje, os negros estão mais presentes no ambiente universitário. Há 15 anos, apenas 2% deles tinham ensino superior concluído. Hoje, o índice triplicou para 6%. Ou seja: até outro dia, as salas de aula das universidades brasileiras lembravam mais a Suécia do que o próprio Brasil. Apesar da evolução, o percentual é ridículo. Afinal de contas, praticamente a metade dos brasileiros é negra ou parda. Nos Estados Unidos, a porcentagem da população chamada afrodescendente corresponde exatamente à participação dela nas universidades: 13%. Quem diz que não existe racismo no Brasil está enganado ou fala isso de má-fé. Nos Estados Unidos, veem-se negros ocupando o mesmo espaço dos brancos – nos shoppings, nos restaurantes bacanas, no aeroporto, na televisão, nos cargos de chefia. No Brasil, a classe média branca raramente convive com pessoas de uma cor de pele diferente da sua e talvez isso explique por que muita gente refuta os programas de cotas raciais. No fundo, o que muitos brancos temem é que os negros ocupem o seu lugar ou o de seus filhos na universidade. Não há outra palavra para expressar isso a não ser racismo.
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Com a aprovação recente, pelo Senado, do projeto que regulamenta o sistema de cotas nas universidades federais (e que prevê que até 2016 25% do total de vagas seja destinado aos estudantes negros), as próximas gerações vão conhecer uma transformação ainda mais profunda. Os negros terão, enfim, as condições ideais para anular os impedimentos que há 205 anos, desde a fundação da primeira faculdade brasileira, os afastavam do ensino superior. Por mais que os críticos se assustem com essa mudança, ela é justa por fazer uma devida reparação. “São muitos anos de escravidão para poucos anos de cotas”, diz o pedagogo Jorge Alberto Saboya, que fez sua tese de doutorado sobre o sistema de inclusão no ensino superior. Acima de tudo, são muitos anos de preconceito. Como se elimina isso? “Não se combate o racismo com palavras”, diz o sociólogo Muniz Sodré, pesquisador da UFRJ. “O que combate o racismo é a proximidade entre as diferenças.” Não é a proximidade entre as diferenças o que, afinal, promove o sistema de cotas brasileiro?
Fotos: Arquivo pessoal; Adriano Machado/Ag. Istoé; Ana Carolina Fernandes; Orestes Locatel; Link Photodesign

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Humildade


 


"A humildade permite que você:
- compreenda e aceite os próprios erros;
- mantenha sua força interior;
- se aproxime do coração de Deus;
- seja um bom instrumento e um bom ouvinte;
- experimente a grandeza de quem você é;
- coloque os outros em primeiro lugar;
- seja grato;
- revele sua beleza interior;
- considere tudo como uma lição e todos como seus professores."
Brahma Kumaris

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Aceitação

“Quando vamos da resistência para a aceitação, mudamos do controle à influência. Não podemos controlar os outros, mas podemos influenciá-los. A aceitação é apenas o primeiro passo no processo de influenciar o outro. Mas como influenciar os outros de forma eficaz? Este é o desafio da criatividade no contexto dos nossos relacionamentos. Não podemos criar uma “resposta influente” se nossa energia está presa em um estado de resistência. Quando vamos da resistência à aceitação, iniciamos a resolução de conflitos. Nos abrimos ao outro ou à situação e podemos relaxar.”
Brahma Kumaris

Tolerância

“As coisas muito grandiosas tomam forma através do silêncio, solitude e tolerância. Tolerância é a habilidade de acomodar diferentes opiniões e indiferentes atitudes, mantendo o autorrespeito e respeitando os outros. Para reforçar o hábito da tolerância, procure ter uma mente aberta em relação a tudo. Procure entender que cada ser humano possui, dentro de si uma bagagem de conceitos, experiências e memórias absolutamente singulares. A tolerância é o poder que valoriza essas histórias pessoais, com respeito e amor. Onde houver tolerância em uma tarefa ou relacionamento, haverá sucesso.”
Brahma Kumaris

Autorespeito

"Amar a si é ter respeito por si. Autorrespeito vem de saber quem sou realmente. É terminar com a ilusão de que sou o que faço ou o que tenho. É realizar que minha verdadeira identidade pertence ao meu mundo interior. É perceber que meu lado invisível influencia tudo que é visível.  
Brahma Kumaris

Autoridade

"Autoridade verdadeira é uma característica das pessoas que fazem esforço incógnito por um longo período de tempo. Elas não fazem nada superficialmente. Elas não fazem apenas para mostrar que fizeram. Tais pessoas revelam em si três virtudes na forma de poder: paciência, tolerância e contentamento. Pessoas contentes são reais e verdadeiras. Essa é a autoridade da verdade. 
Brahma Kumaris

Autossoberania

"Não tente governar e controlar os outros. Use esses dois poderes para si, sem dependência, sem suporte externo. Seja você um suporte para todos. Para isso, vá além dos limites. Ao vermos as coisas de forma limitada, o resultado será limitado. Ao entrar profundamente na consciência interna - com uma atitude ilimitada - e emergir com passos puros, algo maravilhoso pode vir daí. Nós podemos multiplicar naturalmente seja o que tivermos internamente. As coisas têm que ser solucionadas de dentro para fora. 
Brahma Kumaris

Felicidade

"“Quando pensamos muito sobre algo, fazemos de uma coisa insignificante algo grande. Então começamos a nos preocupar com isso. Quando estamos felizes, não nos preocupamos com nada. Não estamos falando sobre felicidade superficial e externa. Estamos falando sobre felicidade interior e profunda. Quando temos essa felicidade interior sentimos que nada é difícil. E tudo fica fácil. 
Brahma Kumaris

Despreocupação

"Não se preocupe. Quando nos preocupamos tornamos os problemas maiores do que realmente são. Ao invés de nos preocuparmos, é possível aprender a discernir e aceitar aquilo sobre o qual não temos controle. Podemos agir com sabedoria e escolher a felicidade ao invés da preocupação. Ao fazer isso, trazemos a energia correta para encontrar as soluções. 
Brahma Kumaris

Mudança

"Mudança é como um rio, constantemente fluindo e movendo coisas ao redor. O rio da vida está sempre me trazendo ideias, pessoas e situações como oportunidades para ser enriquecido e enriquecer outros. Quando aprecio o fato de que tudo está mudando eu posso relaxar e aprender com a vida. Que hoje eu experimente a constância da mudança. 
Brahma Kumaris

Grande

"Suba e fique acima das coisas pequenas. Seja um grande pensador. Minha experiencia é baseada em como eu penso. Quando penso grande, acredito grande, atuo grande, sonho grande, trabalho grande, perdoo grande, imagino grande, amo grande, então eu viverei grande. Grande em termos espirituais significa ser ilimitado, aberto às possibilidades que nunca imaginaria para mim. Eu posso não experimentar o Grande sucesso nos moldes do mundo, mas o grande sucesso espiritual é estar além de limitações. 
Brahma Kumaris

Energia Espiritual

"A energia espiritual ou energia da alma está relacionada com os nossos valores originais. Ela guia e dá qualidade aos nossos pensamentos. Quando conseguimos canalizá-la, uma influência muito positiva é gerada. Essa influência começa a se manifestar em nossa consciência, chega em nossos sentimentos e alcança nosso corpo. Cuidar da energia espiritual é a melhor forma de elevar a qualidade de vida. 
Brahma Kumaris

Sempre pronto

Sempre pronto
 

"Aqueles que estão sempre prontos são ativos e por isso, quando uma tarefa surge, eles rapidamente a executam com sucesso. Eles não perdem tempo e energia pensando muito. Eles reconhecem a importância da tarefa e se envolvem completamente até concluí-la. Quando estou sempre pronto eu me torno uma pessoa fácil. E porque sou fácil, todas as tarefas parecem fáceis para mim. Eu dou o meu melhor mas sem muito esforço. Estar sempre pronto significa garantir sucesso a cada momento e em todas as situações. Estar sempre pronto é dizer Sim. 
Brahma Kumaris

Alma

Alma
 


"Profundamente dentro da minha consciência existe um oásis de paz. Esse é o cerne derretido da alma, mas não é quente, é refrescante. É a fonte de poder interior que abastece minha mente e intelecto, que me ajuda a criar pensamentos poderosos e tomar as decisões corretas. Quando eu aprendo a ir para esse centro, a paz é minha companheira, a positividade é minha parceira e eu consigo relaxar em um segundo em qualquer lugar, a qualquer hora."
Brahma Kumaris

Vitória

Vitoria


“Seja vitorioso ao dar adeus às negatividades. Quando sua mente está preenchida de sabedoria, as negatividades se afastam. Da mesma forma, quando você mantem uma luz consigo, os perigosos animais noturnos da floresta se amedrontam e fogem. Por isso lembre-se sempre: Eu não preciso lutar com as negatividades porque eu tenho a luz da companhia e das bênçãos do Pai. Com esse método, seja um conquistador das negatividades. A vitória é seu direito.”
Brahma Kumaris

Deus, Visão...

Visão
 


"Deus nos elogia sem qualquer tipo de julgamento. Porém pensamos: Será que realmente merecemos isso? Como podemos ser dignos das expectativas que Deus tem por nós? Por um lado temos a visão elevada de Deus. Por outro lado existe a dúvida: Porque Deus nos elogia quando sabemos que não somos tudo isso? E Deus responde: Os filhos têm uma visão limitada de si mesmos, só pensam no presente, mas Eu olho para o estado futuro e mantenho isso na Minha visão. Vocês pertencem ao Supremo. Aceitem a si mesmos e vejam como todas as virtudes e valores estarão presentes na vida de vocês. Então, quanto mais mantivermos a mesma visão que Deus tem por nós, mais leve e feliz nos sentiremos. Será fácil fazer tudo."
Brahma Kumaris