sábado, 30 de abril de 2016

Roberto Requião: Não ha base para o impeachment


Anastasia pedalou e quer cassar Dilma?


Aécio é Octa, 8 vezes delatado!

Telefonema a um golpista

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Barbosa explica didaticamente e prova que Dilma não cometeu crime


Janaína: "Eu fui contratada pelo PSDB, recebi 45 mil pra fazer um parecer"

Globo é Rede Golpe e Fascista de Televisão


Ciro Gomes detona o Temer Traidor da Nação


Mídia internacional desmascara o Golpe no Brasil


Dilma em entrevista exclusiva à CNN, 28 de abril de 2016


segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mais um Jornal dos EUA denuncia a QUADRILHA DOS MARINHOS e sua Rede Globo GOLPISTA

Os Robertos Marinhos construiram uma fortuna apoiando o golpe militar, a ditadura, de 1964. Mentindo, enganando, distorcendo informações, inclusive apoiando assassinatos e torturas de líderes populares, Eles, os  Marinhos, se tornaram a família mais rica, bilionária no Brasil.

Insaciados por poder e dinheiro, após 13 anos fora do governo, na oposição cerrada e golpista contra o Governo popular do PT, Eles novamente comandam um golpe contra a democracia e a favor dos corruptos, esperando com isso ampliar sua fortuna às custas da pobreza e da miséria do povo brasileiro. 

Tudo que foi feito, o fim da fome no Brasil, os milhões de empregos, as políticas sociais como o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa Família, o ProUni, o Fies, as Universidades e Institutos Técnicos criados pelo Brasil afora correm sérios riscos com a volta dos PREDADORES E CORRUPTOS NO PODER CENTRAL DO BRASIL.

 O povo Brasileiro não se renderá aos Marinhos e sua Rede de Televisão golpista. Daremos o troco nestes trambiqueiros da Globo! NÃO DÁ PRA RESPEITAR ESTES BANDIDOS DA MÍDIA!

Parte reportagem do David Miranda vc pode ler aqui, e completo vc lê aqui

João Roberto Marinho Me Atacou no Guardian e Tentou Enganar o Mundo. Eis Minha Resposta.

Photo: Sergio Lima/Folhapress

(The English version of this article can be read here.)

O que o mais poderoso homem do Brasil, o herdeiro bilionário do império das organizações Globo, João Roberto Marinho, estava fazendo nos comentários do Guardian? É verdade, seu comentário recebeu um cobiçado tag de ‘recomendado’ pelos editores do Guardian – parabéns, João! – mas ainda assim, não é o lugar onde se espera encontrar o multi-bilionário plutocrata hereditário brasileiro. 

Na dia 21 de Abril, publiquei um artigo no The Guardian, no qual abordava questões sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff e o papel da mídia dominante do Brasil, protagonizado pela Globo. João respondeu com raiva — e com óbvias mentiras. Os editores do Guardian puseram seu texto na seção de comentários. Vejam só, João critica meu artigo e me chama de mentiroso em alguns trechos de sua resposta.
Olha, João, como quase todos os brasileiros, eu tive que lutar bastante para ganhar meu espaço. Não herdei uma grande empresa  e alguns bilhões dos meus pais. As coisas que tive que superar na minha vida foram muito mais duras do que seu esforço para me desqualificar com condescendência, e não é difícil demonstrar que sua resposta está cheia de falsidades. 

De fato, a resposta de João merece mais atenção do que um mero comentário porque ela está recheada de propaganda enganosa e de falsidades pró-impeachment – exatamente o que ele tenta negar que a Globo esteja fazendo – e portanto revela uma grande coisa (Hoje, o comentário dele foi atualizado para uma carta).

Antes de entrar naquilo que João realmente fala, vamos começar com algo que ele não menciona: o histórico papel da Globo no Brasil. Sob o comando de seu pai, a Globo saudou e glorificou o golpe civil militar que removeu um governo de esquerda e democraticamente eleito no país. Ainda pior, passaram os 20 anos seguintes como o grande meio de propaganda da brutal ditadura militar que torturou e matou dissidentes e suprimiu toda e qualquer opinião divergente. Em 1984, a Globo simplesmente mentiu para o país quando descreveu um enorme protesto pró-democracia em São Paulo como uma festa pelo aniversário da cidade. A riqueza e o poder da família Marinho cresceram como resultado direto de sua servidão aos militares ditadores do Brasil. 

No momento em que os protestos anti-governo explodiram, em 2013, já havia um amplo consenso entre os brasileiros a respeito do golpe militar, e a história da Globo se tornou um enorme constrangimento corporativo. Então, fizeram o que toda corporação faz uma vez que sua má conduta se volta contra sua marca: finalmente reconheceram o que fizeram e – quase meio século depois – pediram desculpas.
Mas tentaram diluir sua responsabilidade dizendo – acertadamente – que outras organizações de mídia que ainda dominam o Brasil e que têm sido tão apoiadoras do Impeachment quanto a Globo (como Estadão e Abril) também apoiaram o golpe. Tentavam diminuir o apoio da Globo não só ao golpe mas também aos 20 anos de ditadura que se seguiram. Mas as organizações continuam sob o comando da mesma família, com as mesmas táticas e os mesmos objetivos.

Essa é a infame história da Globo e da família Marinho no Brasil, uma de suas principais fontes de riqueza e poder, e um reflexo do papel que continuam a desempenhar – eles e suas bem pagas personalidades de TV. Essa não é a conduta de uma organização de mídia genuína. É a conduta de uma família oligárquica usando seus meios de comunicação para moldar e manipular a opinião pública em favor de seus interesses.

Reportagem completa do David Miranda completo vc lê aqui

CNN: "Golpe é a chance de quem não consegue vencer a eleição"

 O mundo inteiro denuncia o golpe no Brasil. Golpe da Globo que nunca aceitou a democracia. Golpe dos corruptos do PSDB, do DEM, do PMDB, dos falsos profetas que em nome de "Deus" e da "família" querem acabar com as políticas sociais do Governo Dilma e Lula que tirou nosso povo da pobreza, da fome e os colocou na escola e na universidade.

Longa reportagem da CNN denuncia o avanço do golpe no Brasil, em matéria sobre a votação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara, a jornalista norte-americana Christiane Amanpour fala em meios utilizados para impedir o segundo mandato de Dilma. O jornalista Glenn Greenwald fala sobre o caso no programa.


Comissão da ONU divulga nota “fortíssima” contra o “golpe”

A nota pública traz uma série de reconhecimentos dos avanços sociais e políticos conquistados pelos governos de Lula e Dilma.
Foto: Divulgação
 
Foto: Divulgação 
 
A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), a mais importante comissão da Organização das Nações Unidas (ONU) em nosso continente, divulgou há pouco uma nota em que presta total apoio ao mandato de Dilma Rousseff e conclama a sociedade brasileira a respeitar o resultado das urnas, sob o risco de desestabilizar a democracia em todo o continente.

A nota pública traz uma série de reconhecimentos dos avanços sociais e políticos conquistados pelos governos de Lula e Dilma e externa a sua extrema preocupação em ver a democracia ameaçada no Brasil.
É uma nota, reitero, muito direta e objetiva contra o golpe, e em defesa de Dilma Rousseff.

“A soberania popular, fonte única da legitimidade numa demoracia, foi entregue a Lula e em seguida à senhora, presidenta Rousseff, através de um mandato constitucional, que se traduziu em governos comprometidos com a justiça e a igualdade. Nunca, na história do Brasil, tantos e tantos de seus compatriotas conseguiram fugir da fome, da pobreza e da desigualdade. É significativo também para nós os passos determinantes com que suas gestões reforçaram a nova arquitetura de integração da nossa região, da Unasur à Celac.

Conhecemos o esforço dos tribunais em perseguir e castigar a cultura de corrupção, que tem sido historicamente a parte mais opaca do vínculo entre interesses privados e as instituições do Estado. E a temos [Dilma] visto apoiando permanentemente essa missão, com a valentia e a honradez que é a marca de sua biografia, apoiando a criação de nova legislação mais severa e instituições repressivas mais fortes.
É por isso que nos choca ver, hoje, antes de sentenças ou provas, servindo-se de vazamentos e de uma ofensiva midiática linchatória, que se tente demolir a sua imagem e o seu legado, ao mesmo tempo em que se multiplicam os esforços para reduzir a autoridade presidencial e interromper o mandato que os cidadãos lhes deram nas urnas. “

Íntegra do texto, click aqui