sábado, 17 de abril de 2010

Os pedágios mais caros do mundo estão em São Paulo. Isso é José Serra



Saiu no síte Rede Brasil atual

Pedágios de SP aumentam custos de alimentos e materiais de construção. 

"...O Brasil soma 239 pontos de cobrança de pedágio. Cerca de 50,6% deles –  um total de 121 pontos – só no estado de São Paulo, segundo dados da Agêngia Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp)
No entanto, se forem considerados os locais em que a cobrança se faz nos dois sentidos de direção, o número sobe para 227.  Em 1997, o estado tinha 40 praças de pedágio estaduais, sob administração pública.
Nos últimos 13 anos, os pedágios em São Paulo cresceram mais de 400% e os paulistas chegaram a 2010 com todas as praças de cobrança, novas e antigas, concedidas à iniciativa privada, em contratos que vão de 20 a 30 anos de concessão.
 O custo do pedagiamento é sentido principalmente por quem passa pelas estradas paulistas diariamente, como os transportadores de carga. Francisco Pelucio, do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo e região (Setcesp) avalia que o pedagiamento no estado é "caríssimo". "Em São Paulo, o pedágio tem impacto de 10% a 25% do custo do transporte. Isso é muito, é o pedágio mais caro do mundo", afirma.
Pelucio explica que um pedágio viável deveria representar até 3% do custo do transporte. "O problema não é o pedágio, mas o valor que se cobra", condena.
Segundo ele, o impacto da cobrança recai, no final do processo produtivo, sobre o consumidor final. "O frete mais o pedágio encarecem o produto e o custo é embutido no preço de venda. Quem realmente paga é o consumidor", detalha.
Ranking de pedágios no Brasil

São Paulo tem 121 pedágios ou 227 pontos de cobrança da tarifa e representa 50,6% dos pedágios no país.

O Rio Grande do Sul fica em segundo lugar com 35 praças de pedágio, seguido por  Paraná (29), Rio (23), Minas (15), Santa Catarina (7), Mato Grosso (4), Espírito Santo (2). Mato Grosso do Sul, Bahia e Ceará tem uma praça de pedágio cada um.

Onze dos 26 estados brasileiros possuem estradas pedagiadas. Os dados são da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR)..."

Saiu a pesquisa do Data Serra da Folha DemoTucana, resultado: Furado!

A Folha demotucana lançou hoje a pesquisa Data Serra e imagine o resultado: 38 Serra, 28 pra Dilma. Evidente que o jornalzinho de esgoto de São Paulo, além de ter apoiado a ditadura militar, nem poderia deixar de sair em defesa do candidato dos barões e reacionários do Brasil. 
Eles não suportam ter que dividir a fila de supermercado com o povo, nem ver tanta gente andando de carro nas ruas. Por isso odeiam Lula e Dilma. Então,caros leitores, nesta eleição as manobras serão muito grande para enganar o povo. Vão quebrar a cara!
Mas, voltemos a pesquisa furada: o data serra também diz que 14% dos eleitores vão votar no candidato que Lula indicar e desconhecem que Dilma é a candidata. Então, observem que a Folha demotucana distorce o resultado da pesquisa e deixa uma informação de que 14% do eleitorado pode ir pra Dilma como uma espécie  de justificativa de defesa, da pesquisa furada, no futuro  e assim dizer que o data serra já previa um acréscimo de intenção de voto em Dilma. São muito cara de pau! 
Outro elemento super importante é que eles assumem que Dilma continua liderando as intenções de voto na pesquisa expontânea. Neste quesito tentam dizer que o zé pedágio subiu em relação a pesquisa anterior, mas continua atrás de Dilma. Amigos, são tantos os indicios de manobras do data serra que pode-se dizer que esta pesquisa não serve como estimulo nem para os apoiadores do zé autoritário, não convence.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Serra é autoritário, entreguista, privatizador, calou toda mídia paulista, não negocia, mandou bater nos professores em greve. Você quer isso para o Brasil?

Aqui nos jornais de São Paulo não sai nenhuma matéria jornalista contra José Serra. Um pouco também porque esta mídia paulista é a mesma que sempre atacou os progressistas que defendem o povo trabalhador. É uma mídia golpista que apoiou a ditadura militar e é antes de nada representante do que há de mais reacionário no Brasil. Serra têm este estilo autoritário por isso têm tanta familiaridade com este golpismo da mídia e compartilham da ideologia neoliberal de estado minimo, de nenhuma política social. As privatizações e a entrega das riquezas nacionais os une, olhe ele aí nesta foto, como Ministro de Planejamento batendo o martelo e iniciando as privatizações na era FHC. Serra jamais negocia, foi assim durante todo tempo em que governou São Paulo. É o jeito de governar que por um lado ataca os movimentos sociais, colocando a polícia para reprimir as pessoas que reivindicam direitos, foi o que fez com os professores em greve. Por outro lado é dissimulado, mentiroso e cinico ao ponto de aparecer na TV tentando passar um ar de negociador, de protetor dos trabalhadores e na vida real, nos bastidores, toma as medidas para prejudicar o povo trabalhador. O caso da traição ao presidente Lula exemplifica muito bem isso, pediu ajuda para o presidente intermediar  uma negociação com os professores e depois fez de conta que não sabia e não recebeu a entidade sindical dos professores. Outro dado, como ministro de planejamento de FHC, além de não planejar nada (lembra do apagão?), foi o mentor das privatizações das nossas empresas e vendeu a preço de banana. Por ele, a Petrobrás, CEF, Banco do Brasil já tinha ido pra mão privada faz tempo. Vive falando em defesa da saúde e em São Paulo desviou recursos do SUS para cobrir rombos do orçamento. Agora, aparece dizendo que Lula está trabalhando bem, mas tenta a todo momento sabotar o governo, junto com DEM fizeram de tudo pra desmoralizar o presidente Lula e tem um grupo de apoiadores da oposição atuando na maior baixaria na internet. Aqueles emails preconceituosos que sempre fizeram contra Lula, estão fazendo com Dilma.

Chuva de Meotoros: Meteoro atravessa o céu dos EUA. Sinais de 2012?

O que também assusta é a quantidade de terremotos e erupções de Vulcões que ocorrem no inicio deste ano. Provavelmente, este ano é um dos que mais tem registrados fenômenos estranhos e desastrosos para a vida na Terra.
 

Emprego com carteira assinada bate novo recorde em março. O Brasil quer Lula e Dilma no governo e gerando mais empregos

Enquanto a oposição e Serra torcem contra, o trabalho de Lula e Dilma vão dando resultados. Síte rede Brasil Atual divulga o recorde de empregos gerados no primeiro trimestre de 2010. É por estes resultados e também pela diminuição da pobreza no Brasil que 94% dos brasileiros apoiam Lula e vão votar em Dilma pela continuidade do excelente governo, afinal o Brasil não pode parar.

Apenas no mês passado, foram criadas 266.415 vagas; número no trimestre supera 657 mil, também melhor resultado da série
Por: Vitor Nuzzi, Rede Brasil Atual
Publicado em 15/04/2010, 12:08

"São Paulo – O mercado formal de trabalho criou 266.415 empregos em março (crescimento de 0,80% no estoque), no melhor resultado para o mês na série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O recorde anterior era de 2008 (206.556). No trimestre, o saldo é de 657.259 postos de trabalho com carteira assinada (alta de 1,99%), resultado também recorde.

Do total de empregos de março, 106.395 foram criados no setor de serviços (aumento de 0,80%), 72.440 na indústria (0,96%), 38.629 na construção civil (1,64%, maior crescimento percentual), 29.419 no comércio (0,40%), 10.366 na agropecuária (0,70%) e 6.150 na administração pública (0,82%). No ano, os setores que mais abriram vagas foram serviços (249.891), indústria (204.384) e construção civil (127.694).

Nos últimos 12 meses, o saldo de empregos formais chega a 1.710.120, crescimento de 5,34%. O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, prevê novo recorde em abril, em torno de 340 mil vagas."

Não adianta os oposição e seus apoiadores jogarem sujo como fez a Folha de São Paulo ao distorcer a fala de Dilma em São Bernado. Nada destas sujeiras da Folha de São Paulo, manipulando inclusive pesquisas e seu jornalismo de esgoto, ou os ataques de Serra a Lula, ou mesmo o ataque de seus apoiadores ao síte do PT, isto não vai enganar o povo brasileiro que está atento as conquistas do governo Lula e Dilma.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Jornalismo de esgoto: Folha mente para atacar Dilma e ajudar Serra

Confira no síte Conversa Aiada do PH: Saiu na pág. 3 da Folha (*) da província de S.P.:
Dilma

“A ex-ministra Dilma Rousseff nunca disse a frase “eu não fugi da luta e não deixei o Brasil”, publicada em parte dos exemplares da edição de domingo no texto “Dilma ataca rival e diz que não “fugiu” da luta na ditadura” (Brasil). A correção é necessária porque a informação errada deu margem a uma interpretação maliciosa do discurso da ex-ministra. Dilma Rousseff não se referiu em nenhum momento a pessoas que tiveram de deixar o país em qualquer circunstância. Segue a transcrição exata do trecho do discurso que foi deturpado: “Eu não fujo da situação quando ela fica difícil. Eu não tenho medo da luta. Eu posso apanhar, sofrer, ser maltratada, como já fui, mas eu estou sempre firme com as minhas convicções. Em cada época da minha vida, eu fiz o que fiz porque acreditei no que fazia. Fiz com o coração, com a minha alma e a minha paixão. Eu só mudei quando o Brasil mudou, mas eu nunca fugi da luta ou me submeti. E, sobretudo, nunca abandonei o barco”.

É lamentável que a partir de um erro da própria Folha o jornal tenha dado curso, nas edições seguintes, a uma tentativa de manipulação política e eleitoral por parte dos adversários da ex-ministra.

O discurso da ex-ministra está aqui no youtube só clicar aqui.  

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Jogo sujo: Apoiadores de Serra voltam a atacar síte do PT

Além da tradicional falta de argumentos no debate político e dos ataques pessoais, militantes tucanos já desesperados com as últimas pesquisas e, que registrou o crescimento de Dilma, partiram para  o jogo sujo. O síte do Partido dos Trababalhadores foi atacado de novo nesta quarta feira. Em matéria publicada no síte do IG no dia de hoje o PT denuncia os apoiadores tucanos que além do ataque no síte tem utilizado o Twitter para atacar e ofender tanto os militantes e inclusive a candidata Dilma. 

"Na tarde desta quarta-feira, o site do PT mostrava foto de Serra
Na tarde desta quarta-feira, por exemplo, o site do PT mostrava uma foto de José Serra e a seguinte mensagem: "O Brasil pode mais! PSDB hackers!" Pela manhã, Dilma foi bombardeada com centenas de mensagens com o mesmo conteúdo. “Dilma é macho, quem posta por ela é Marcelo”. “Não posso afirmar que isso seja organizado pela campanha do Serra. Espero que não. Mas são seguidores dele com certeza. Todos usam o logotipo ou a camiseta dele no avatar (imagem do usuário)”, disse Marcelo Branco.
O texto desta quarta-feira é apenas um exemplo. “É pura baixaria. Eles usam palavrões, termos baixos”,  disse Branco. Segundo ele, há indícios de que muitos dos autores dos ataques usam perfis falsos no Twitter. “São perfis que têm três ou quatro seguidores, criados há poucos dias”, afirmou. “Além disso ficam repetindo o mesmo texto ou variantes. Não tenho dúvida de que é um ataque orquestrado”, disse. 
No vocabulário da internet os autores destes ataques são chamados “trolls”, ou seja, provocadores, cuja intenção é perturbar o candidato e tirar o foco do debate principal. “Tenho orientado nossos seguidores a não entrarem no jogo destes trolls. Representamos um governo que tem 76% de aprovação e para nós o que interessa é o debate político e de projetos”,afirmou."
Guerra suja
Infelizmente, esta ocorrência só vem a confirmar aquilo que todos já sabem: Os tucanos não têm argumentos e sempre partem pra baixaria. O PT e o povo brasileiro não pode se intimidar frente ao terrorismo político dos demotucanos.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Dilma encosta em Serra, mostra pesquisa Sensus: 32,7 a 32,3, apenas 0,4


Reportagem do Síte Rede Brasil Atual
Levantamento atribui 32,7 para o pré-candidato do PSDB e 32,3 para a ex-ministra da Casa Civil. Sem Ciro, Serra abriria 2,8 pontos de vantagem.
São Paulo - Pesquisa eleitoral do Instituto Sensus aponta empate técnico entre os dois pré-candidatos mais bem colocados na disputa. O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) mantém a liderança com uma margem de apenas 0,4 ponto percentual sobre Dilma Rousseff (PT), ex-ministra-chefe da Casa Civil.
Encomendada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo, filiado à Força Sindical, o levantamento mostra Ciro Gomes (PSB) com 10,1% e Marina Silva (PV) com 8,1%. Foram entrevistadas 2 mil pessoas de 5 a 9 de abril, em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Pedágios em São Paulo, Incompetência Tucana, roubo. Atualmente custa 16,00, aumentou meu!

Tive que terminar o namoro porque não deu para pagar esta grana toda para viajar nesta curta distância de 16 km. Não tinha como chegar a Amparo sem passar pela estrada Campinas/Jaguariúna. Em 2006 o preço do pedágio era 6,50 pra ir mais 6,50 pra voltar, hoje o valor de ída e volta é 16,00 pra 16 km, ou seja: 1,00 para cada km rodado, é mole? Isto é PSDB, Serra, Alkmim, FHC e o modo eficiênte de gestão chamado "choque que gestão". Isto é privataria, roubo e incompetência! Comparando com os pedágios da Fernão Dias, concessão feita pelo Governo Federal: De SP a BH, 1.124 km na Fernão Dias: R$ 17,60. Ou seja, pedágios de Serra e Alkmim só pode ser assalto! Assista o vídeo que fiz em 2006...

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Carta aberta de Brizola Neto a José Serra: o Brasil não pode mais

Li boa parte de seu discurso, senhor José Serra. Talvez eu seja hoje o que o senhor foi, na minha idade, quando era um jovem, que presidia a União Nacional dos Estudantes e apoiava o governo João Goulart no Comício da Central. Quando o senhor defendia o socialismo que hoje condena, o patriotismo que hoje trai, o desenvolvimento autônomo do Brasil do qual hoje o senhor debocha.


O senhor, como Fernando Henrique, é útil aos donos do Brasil — sim, Serra, o Brasil tem donos, porque 1% dos brasileiros mais ricos tem o mesmo que todos os 50% mais pobres — porque foi diferente no passado e, hoje, cobre-se do que foi para que não lhe vejam o que é.

O símbolo do Brasil que não pode mais, que não pode ser mais como o fizeram.
Não pode mais o Brasil ser das elites, porque nossas elites, salvo exceções, desprezam nosso povo, acham-no chinfrim, malandro, preguiçoso, sujo, desonesto, marginal. Têm nojo dele, fecham-lhe os vidros com película para nem serem vistos.

Não pode mais ser o país das elites, porque nossas elites, em geral, não hesitam em vender tudo o que este país possui — como o senhor, aliás, incentivou fazer — para que a “raça superior” venha aqui e explore nossas riquezas de maneira “eficiente” e “lucrativa”. Para eles, é claro, e para os que vivem de suas migalhas.

Não pode mais ser o Brasil dos governantes arrogantes, como o senhor, que falam de cima — quando falam — que empolam o discurso para que, numa língua sofisticada, que o povo não entende, negociem o que pertence a todos em benefício de alguns.

Não pode mais ser o país dos sábios que, de tão sabidos, fizeram ajoelhar este gigante perante o mundo e nos tornaram servos de uma ordem econômica e políticas injustas. O país dos governantes “cultos”, que sabem miar em francês e dizer “sim, senhor” em inglês.

Não pode mais ser o país do desenvolvimento a conta-gotas, do superávit acima de tudo, dos juros mais acima de tudo ainda, dos lucros acima do povo, do mercado acima da felicidade, do dinheiro acima do ser humano.

O Brasil pode hoje mais do que pôde no governo do que o senhor fez parte.

Pôde enfrentar a mais devastadora crise econômica mundial aumentando salário, renda, consumo, produção, emprego quando passamos décadas ouvindo, diante numa crise na Malásia ou na Tailândia que era preciso arrochar mais o povo.

Pôde falar de igual para igual no mundo, pôde retomar seu petróleo, pôde parar de demitir, pôde retomar investimentos públicos, pôde voltar a investir em moradia, em saneamento, em hidrelétricas, em portos, em ferrovias, em gasodutos. Pôde ampliar o acesso à educação, ainda que abaixo do que mereça o povo, pôde fazer imensas massas de excluídos ingressarem no mundo do consumo e terem direito a sonhar.

Pôde, sim, assumir o papel que cabe no mundo a um grande país, líder de seus irmãos latino-americanos.

O Brasil pôde ser, finalmente, o país em que seu povo não se sente um pária. Um país onde o progresso não é mais sinônimo de infelicidade.

É por isso, Serra, que o Brasil não pode mais andar para trás. Não pode voltar para as mãos de gente tão arrogante com seu povo e tão dócil aos graúdos. Não pode mais ser governado por gente fria, que não sente a dor alheia e não é ansiosa e aflita por mudar.

Não pode mais, Serra, não pode mais ser governado por gente que renegou seus anos mais generosos, mais valentes, mais decididos e que entregou seus sonhos ao pragmatismo, que disfarça de si mesmo sua capitulação ao inimigo em nome do discurso moderno, como se pudesse ser moderno aquilo que é apoiado pelo Brasil mais retrógrado, elitista, escravocrata, reacionário.

Há gente assim no apoio a Lula e a Dilma, por razões de conveniência-político eleitoral, sim. Mas há duzentas vezes mais a seu lado, sem qualquer razão senão a de ver que sua candidatura e sua eleição são a forma de barrar a ascensão da “ralé”. Onde houver um brasileiro empedernidamente reacionário, haverá um eleitor seu, José Serra.

Normalmente não falaria assim a um homem mais velho, não cometeria tal ousadia.

Mas sinto esta necessidade, além de mim, além de minha timidez natural, além de minha própria insuficiência. Sinto-me na obrigação de ser a voz do teu passado, José Serra. É um jovem que a Deus só pede que suas convicções não lhes caiam como o tempo faz cair aos cabelos, que suas causas não fraquejem como o tempo faz fraquejar o corpo, que seu amor ao povo brasileiro sobreviva como a paixão da vida inteira. Que o conhecimento, que o tempo há de trazer, não seja o capital de meu sucesso, mas ferramenta do futuro.

Vi um homem, já idoso, enfrentar derrotas eleitorais e morrer como um vitorioso, por jamais ter traído as ideias que defendeu. Erros, todo humano os comete. Traição, porém, é o assassinato de nós mesmos. Matamos quem fomos em troca de um novo papel.

Talvez venha daí sua dificuldade de dormir.

Na remota hipótese de vencer as eleições, José Serra, o senhor será o derrotado. O senhor é o algoz dos seus melhores sonhos.

domingo, 11 de abril de 2010

Para José Serra do PSDB: “O Brasil não tem dono”, se eleito vai pôr a venda como fez seu chefe FHC

Cuidado povo brasileiro, Serra não nega a intenção de colocar a venda nosso País. Durante o lançamento de sua candidatura, além de dizer que o "Brasil não tem dono", os tucanos defenderam a volta das privatizações. Nós sabemos muito bem aonde vai dar este tipo de política: fragilização da economia, subdesenvolvimento, desemprego, miséria e fome ao povo brasileiro.

Você, eleitor, vai decidir se quer o Brasil de Todos de Lula e Dilma ou...

O "Brasil que não tem dono" das privatizações, do desemprego, dos estrangeiros, que Serra, FHC e Demo-Tucanos propõem. Esta política representa o extermínio do futuro. Serra já fez isso com a educação pública de São Paulo e agora propõe esta mesma política pro futuro das crianças do Brasil!
Créditos das imagens para Da Thea, via Twitter.

Lula e Dilma defendem uma outra visão de pais, Um Brasil de Todos: Esta visão que está sendo implementada com sucesso, gera milhões de empregos, aumenta a renda de nosso povo e faz crescer a Classe média brasileira.

sábado, 10 de abril de 2010

José Serra é o próprio lobo em pele de cordeiro: foi reprovado na constituinte com nota 3,75

O DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), publicou após a constituinte de 1988 uma avaliação dos parlamentares, de acordo com o posicionamento deles nas votações, contra ou a favor, aos interesses nacionais dos trabalhadores. Confira a nota aqui ó:
A baixa nota significa que ele votou muito mais a favor do que queriam a elite dominante do poder econômico (da FIESP e da FEBRABAN), contrariando às reivindicações dos trabalhadores que votaram nele.
O tucano votou contra, ou, em outros casos, fugiu de votar, se abstendo ou faltando:
- contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas;
- contra mais garantias ao trabalhador de estabilidade no emprego;
- negou seu voto pelo direito de greve (isso explica o forma ditatorial e violenta com que ele trata o funcionalismo quando recorre à greve);
- negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário;
- negou seu voto pelo aviso prévio proporcional;
- negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical;
- negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio;
- negou seu voto pela garantia do salário mínimo real;
- votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias;
- votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo;

A publicação do DIAP foi o livro "Quem foi quem na Constituinte". Na página 621 (figura no topo), tem este perfil de José Serra (PSDB/SP).

PCdoB apóia Dilma com flores e show de música popular

Veja discurso de Dilma e Lula!

Lula ironiza governos tucanos que não investem em educação. Presidente canta e ironiza ideologia privada dos tucanos: "faculdade é particular, particular"...

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O presidente-professor, FHC, não deu a mínima para a educação no País

Sexta, 9 de abril de 2010, 07h46
De Salvador (BA)
O pensamento conservador, à falta de argumentos mais consistentes para criticar empreendimentos que melhoram a vida do povo, busca sempre dizer que aquilo poderia ser muito melhor e já que não é melhor significa que não presta.
É assim que age a revista Veja quando se refere ao extraordinário crescimento do ensino superior que vem ocorrendo sob o governo Lula, que já conseguiu inaugurar 14 novas universidades federais. Como não há como contestar esse crescimento, como não há como comparar o governo Lula com o de Fernando Henrique Cardoso, então se trata de tentar desqualificar o que vem sendo feito. Foi o que fez a revista no exemplar de 7 de abril, numa matéria inconsistente, com um evidente viés ideológico, com um claríssimo objetivo político. É a campanha de Serra em pleno desenvolvimento, sacando-se, para isso, das aparentes armas objetivas do jornalismo.
De modo particular, quero me referir ao ataque sofrido pela Universidade Federal do Recôncavo. Soube que o repórter, ao entrevistar o reitor Paulo Gabriel, chegou a perguntar-lhe se ele achava que se justificava uma universidade no Sertão. É, no sertão. O repórter não sabia distinguir o Recôncavo Baiano, de tantas e magníficas histórias, um dos berços do País, do Sertão Baiano, também palco da construção do Brasil. A pergunta revelou ignorância e preconceito. Quem disse que uma universidade no Sertão não se justificaria? E por que não no Recôncavo? É o pensamento de nossa elite, com os olhos postados exclusivamente no Centro-Sul, que faz com que repórteres raciocinem assim, de modo tão preconceituoso. Criação de universidades no Nordeste não cabe.
Era assim que pensava a oligarquia baiana também. Durante décadas, orgulhava-se de o Estado contar com apenas uma instituição de ensino superior, a Universidade Federal da Bahia. Foi preciso chegarmos ao governo Lula, ao presidente operário, para que começássemos a valorizar efetivamente o ensino público superior e para, no caso da Bahia, superarmos a triste condição de contarmos somente com a UFBA.
O presidente-professor, FHC, não deu a mínima para a educação no País, e estava se lixando para a universidade pública. Disso, a Veja não fala. Insinua que seria muito melhor subsidiar as faculdades particulares do que criar novas universidades públicas, que só envolveria, na opinião de Veja, "altos gastos e baixa produtividade". O pensamento neoliberal ali fez e faz escola. De cima a baixo.
A criação da Universidade Federal do Recôncavo foi fruto de um impressionante movimento da sociedade civil de todos os municípios da região. Assembléias e mais assembléias sacudiram o Recôncavo, e ela se tornou uma realidade em 2005. Conta atualmente com 4.735 alunos na Graduação, 36 alunos no Doutorado, 159 em cursos de Mestrado. São, portanto, quase 5 mil alunos, e mais 435 professores, 552 servidores e 32 cursos até 30 de março de 2010. E a UFRB tem participado ativamente do programa Todos Pela Alfabetização (Topa), do governo da Bahia, formando mais de 2.200 alfabetizadores e coordenadores de turmas.
Uma pergunta inocente: não seria o caso de o repórter se preocupar com esses dados, perguntar sobre eles, ao menos informar os leitores sobre os números, mesmo que os distorcesse, como é da rotina de Veja? Não, mas aí ficaria evidente o benefício que a UFRB traz à população, ao Recôncavo, à Bahia, ao Brasil. E a pauta naturalmente não pedia isso. Seguia a linha Ali Kamel, do teste de hipóteses. Não importa a realidade. Importa o que a pauta pede. Os fatos que se danem.
O repórter não quer saber de estudantes, de professores, de funcionários, do significado de tudo isso para a população e para toda a região. Não quer porque é orientado para não querer. Segue a pauta, tal e qual lhe foi entregue. Tem que provar a hipótese da chefia.
E talvez coubesse outra pergunta inocente: e será que uma instituição universitária como a UFRB surge assim do nada, de repente, se afirma com a rapidez de uma fábrica, como uma linha de montagem? Claro que não. Quem conhece uma instituição acadêmica sabe que ela tem que dar passos, às vezes não tão rápidos, para se consolidar. Para criar uma cultura em torno dela. Mas, para que perguntar isso, refletir sobre isso, se o importante é tentar desqualificar aquilo que o governo Lula está fazendo?
Penso que a UFRB, nesses poucos anos de existência, sob a direção do professor Paulo Gabriel, já conseguiu feitos impensáveis, como os próprios números que adiantamos indicam. E não são apenas aqueles números. A instituição está presente em Cruz das Almas, onde se localiza a Reitoria, Amargosa, Santo Antonio de Jesus e Cachoeira, municípios que somados totalizam quase 215 mil habitantes.
Chegará proximamente a Santo Amaro da Purificação, por decisão do ministro Fernando Haddad, e depois a Nazaré das Farinhas e Valença, que estavam originalmente no projeto da instituição. O mínimo de sensibilidade indicaria o quanto foi importante para essa região da Bahia a criação da UFRB. Mas, não. À Veja o que interessa é a campanha do Serra, é desqualificar qualquer ação do governo Lula, e não importa que desonestamente, e não importa que contrariando os padrões mais elementares do bom jornalismo.
Certamente, o repórter, seguindo a pauta, não queria saber qual o impacto social, econômico, cultural que uma universidade traz a uma região. Sem exagero, a UFRB está mudando o Recôncavo. Cruz das Almas foi a segunda cidade da Bahia com maior saldo de empregos no primeiro quadrimestre de 2009, perdendo somente para Salvador, e isso seguramente tem a ver com a presença da UFRB. Cachoeira hoje é outra cidade, belíssima, com a impressionante recuperação de prédios históricos decorrente da chegada da UFRB. A região ganhou dinamismo e vitalidade. O comércio foi alavancado, o ramo de materiais de construção cresceu. E universidade representa cultura. E educação. E o resgate do sentimento do Recôncavo, aumento da auto-estima, identidade coletiva que se afirma.
E a alegria da juventude, que não precisa viajar para outros rincões para estudar. E há estudantes de vários cantos do País chegando à UFRB. Mas que interesse tem Veja nisso? Nenhum. Quer apenas fazer campanha, não importa tenha de mentir, escamotear, deixar o jornalismo de lado. Sorte que os estudantes, os professores, os servidores, todo o Recôncavo, o orgulhoso Recôncavo de hoje, sabem da importância da universidade, da UFRB que veio para ficar. Ela é bem maior do que as mentiras e omissões de Veja.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Dilma diz: "Consultará Lula caso seja eleita", Lula e Dilma sempre juntos!

"Em ano de crise, renda do brasileiro cresce 10%", É Dilma e Lula meu!

Sustentada pela população do Nordeste, renda média mensal [br]atingiu R$ 1.285 e não interrompeu tendência de ascensão social
07 de abril de 2010
0h 00
Márcia De Chiara - O Estado de S.Paulo
É o nordeste puxando pra cima a renda do Brasileiro, incrível!
A crise passou longe do mercado consumidor brasileiro em 2009 e não interrompeu a tendência de ascensão social das camadas de menor renda nos últimos anos. Sustentada pela população do Nordeste, onde está a maioria da população de menor poder aquisitivo, a renda média mensal cresceu cerca de 10% e atingiu R$ 1.285 no ano passado.Essa é a maior renda nominal da população desde que a Cetelem, empresa de crédito do grupo francês BNP Paribas, começou, em 2005, a fazer no Brasil a pesquisa Observador, em parceria com o instituto de pesquisa Ipsos. Realizada desde os anos 90 na França, a pesquisa retrata tendências de consumo.
Em 2009, o maior crescimento na renda ocorreu nas camadas D/E, com expansão de 12,8%, seguida pela classe C, cuja renda cresceu 6,2%. Já os rendimentos das classes A/B caíram 2%. "A Região Nordeste e as classes C, D e E atenuaram o impacto da crise no consumo", diz o diretor-geral da Cetelem para a América Latina, Marc Campi.
Crédito. As classes C, D e E foram as mais beneficiadas pelas políticas do governo contra a crise. O aumento da oferta de crédito e a redução de impostos sobre carros, geladeiras e máquinas de lavar favoreceram a manutenção do emprego e, consequentemente, da renda e do consumo.
O Nordeste observou a maior expansão da renda entre as regiões em 2009, com 25,2% sobre o ano anterior. Os microempresários de Recife (PE), Flavio Pontes Argay e Priscila Trindade, sentiram esse efeito. Donos de uma empresa de brinquedos para shoppings, o microempresário diz que, com o ganho de renda na região o seu negócio deixou de ser sazonal. "Antes tínhamos de buscar mercado no Sudeste para sustentar a empresa." Mas, com o ganho de renda na região, a situação mudou.
Sul. Já a renda da Região Sul, que reúne grande parte das classes mais altas, caiu 13% em 2009. "A crise pegou mais o topo da pirâmide, e a queda na renda reflete o recuo do PIB da região", diz o diretor da Cetelem Brasil, Marcos Etchegoyen.
A pesquisa ouviu 1.500 pessoas em 70 cidades de nove regiões metropolitanas, entre 18 e 29 de dezembro de 2009, e mostra que gastos com produtos e serviços essenciais foram mantidos. Em contrapartida, as despesas não essenciais foram lideradas pelos itens de vestuário, que cresceram 29%. Outro resultado relevante é que as despesas com prestações e financiamentos bancários somaram R$ 98 mensais em 2009 e ocuparam a vice-liderança entre os gastos não essenciais. Campi ressalta que a crise mudou o comportamento do consumidor, que está mais maduro e ampliou a poupança. Em novembro de 2009, os entrevistados pouparam, em média, R$ 535, ante R$ 315 no mesmo mês de 2008./COLABOROU ANGELA LACERDA

quarta-feira, 7 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

Lula confirma presença no ato do PCdoB em apoio a Dilma


Opa, nosso presidente Lula e Dilma estarão juntos no ato de apoio do PCdoB a candidatura de Dilma para Presidenta. Será mais um momento em que tanto Lula como também Dilma vão lembrar das grandes conquistas do governo e do povo brasileiro. Esta semana saiu mais grande dado confirmando a diminuição da pobreza no Brasil: A classe C, média, passou a ser responsável por mais de 49% da riqueza do país, bem mais do que as Classes A e B. É mais um grandioso sinal de que nosso governo, de Lula e Dilma, tem melhorado e muito a vida do povo.

Confira no Portal Vermelho: Nesta quinta-feira (8), o PCdoB indicará seu apoio à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência em um grande ato no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília, a partir das 17h. Além da pré-candidata, também o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva confirmou sua presença, aceitando o convite dos comunistas. O presidente deverá participar do Ato a partir das 18 horas, em respeito à legislação eleitoral que veda a participação de agentes públicos no horário do expediente.

Data Folha Mentiu..."Vox Populi dispara contra críticas da Folha"


Folha de São Paulo e seu Data Furado está mais desmoralizado do que FHC e seu candidato Zé Pedágio. Confira abaixo o artigo, do diretor presidente do Instituto de pesquisa Vox Populi, que não só apresenta dados consistentes que desqualificam a última pesquisa do Data Folha como também questiona a ética do jornalismo da Folha de São Paulo. Fica evidente que a Folha atuou como militante de Serra na última pesquisa com a intenção de animar a turminha golpista da mídia demotucana. É uma vergonha que um instituto de pesquisa feito o Data Folha se sujeite a sujeira com a clara intenção de manipular a opinião pública. Bom, pelo menos, já estamos vacinados: A Folha não tem moral nem credibilidade pra fazer pesquisa com a finalidade de medir com impacialidade as intenções de voto. (Nota do blogueiro Miguel)

6 abril 2010

Por Anselmo Massad, Rede Brasil Atual

“Quem tem de se explicar é o Datafolha”, afirma João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. Ele critica ainda a Folha por não ouvir o instituto ao questionar sua metodologia

São Paulo – Diante dos questionamentos a respeito dos resultados da pesquisa eleitoral do Vox Populi, o diretor-presidente do instituto João Francisco Meira critica a cobertura da Folha de S.Paulo e enseja ir ao ataque. “Quem tem de se explicar é o Datafolha”, afirma em entrevista à Rede Brasil Atual.

Divulgada no sábado pela Band, o levantamento mostrou ascensão da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, que empatou tecnicamente com o nome do PSDB ao cargo, José Serra. O ex-governador de São Paulo aparece com 34% das intenções de voto contra 31% da ex-ministra da Casa Civil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Um dos principais questionamentos ao levantamento do Vox Populi diz respeito à ordem das perguntas. Primeiro, os entrevistados eram interrogados sobre o conhecimento prévio dos pré-candidatos. Depois, demandava-se a intenção de voto. “Nossos levantamentos são feitos da mesma forma há anos, sem alteração”, defende-se Meira.

Admitindo-se irritado com “essa conversa sobre nosso questionário”, ele defende a opção adotada pelo instituto. “Quem disse que perguntar sobre o conhecimento do candidato influencia na intenção de voto? O contrário é que sim”, critica.

Para o cientista político, a ordem é necessária porque as questões sobre a preferência do eleitor incluem apresentar diferentes listas de candidatos aos entrevistados. Depois de ler os nomes nas cartelas, os participantes poderiam dizer que ouviram falar de um dos concorrentes apenas porque viram seu nome entre as opções apresentadas.

A diferença de metodologia entre os realizadores de pesquisas eleitorais poderiam ser reduzidas, na visão de Meira, com diálogo entre as empresas, mas não há disposição para isso. “É uma discussão que deveria estar no plano técnico mas, por uma opção editorial, dão outro rumo”, lamenta.
“O Vox Populi tem um modelo, falamos na casa das pessoas, damos tempo para elas responderem, nossas pesquisas podem ser auditadas a qualquer tempo”, pondera. “O Datafolha faz entrevistas na rua, sem verificar se a pessoa mora mesmo na cidade”, compara.

Meira lembra que outros institutos como o Sensus e o Ibope trouxeram tendências semelhantes às contatadas pelo Vox Populi. Ainda segundo ele, o único com dados divergentes foi o Datafolha. “Na pesquisa de março, (os técnicos do Datafolha) não publicam detalhes, e as explicações que deram não batem”, critica. As mudanças no cenário, relacionadas ao fim dos problemas com as chuvas em São Paulo e o crescimento sem causas específicas na região Sul foram as razões apresentadas pelo Datafolha.

Segundo Meira, a principal diferença entre os institutos é que o Datafolha faz parte de um grupo de comunicação que tem um jornal de grande circulação. “Não posso brigar com um jornal como esse”, sustenta. “Enviamos uma nota ainda no sábado para o jornal (Folha), mas nenhuma linha foi publicada. Queria saber se o manual de jornalismo que eles dizem respeitar está sendo respeitado neste caso”, ataca.

Apesar das duras críticas, Meira defende que os quatro principais institutos de pesquisa do país têm capacidade de projeção semelhante nas proximidades do pleito. Para isso, cita estudos de Marcos Figueiredo, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj).

Resultados

Para João Francisco Meira, o levantamento de abril é um marco no processo de campanha porque é o último produzido antes da desincompatibilização dos candidatos. Nas próximas edições, os eleitores lidarão com personalidades na condição de pré-candidatos e não ministro ou governador – no caso dos dois primeiros colocados. “Agora, ambos estão livres da condição de mandatários para se movimentar em debates pelo país ou dar entrevistas na TV e no rádio”, aposta.

Em relação a Dilma e Serra, os percentuais estão relacionados à projeção obtida nas propagandas políticas obrigatórias de seus respectivos partidos. De um lado, a pré-candidata petista conseguiu um importante embalo pela exposição da propaganda partidária de dezembro. Mais recentemente, recebeu um impulso ligado ao maior conhecimento de que seu nome é endossado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Do outro lado, José Serra conteve a queda também por contar com maior espaço nas inserções de TV e rádio.

Esse conjunto, segundo Meira, explicaria os quatro pontos percentuais a mais recebidos por Dilma e a estabilização de Serra.