quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O Mundo Espiritual - Um documentario maravilhoso - Legendado Parte 10

Experiência de quase Morte: Relatos e análise ciêntífica

Experiência de Quase Morte: Cientístas pesquisam o fenômeno

EQM: Experiência de Quase Morte, Discovery

Experiência de quase morte: A história de Fernando

Experiência de quase morte: A incrível história de Sérgio

 Também me recordo de uma experiência de quase morte. Não foi tão intensa assim, parecido...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O tempo me guardou você - Ivan lins

Ivan Lins é como vinho antigo. Adorei a música amorzinho. Obrigado!

Pernilongo bom é Pernilongo morto! Eita inseto chato!

Zunidos nas orelhas e picadas nos dedos da mão me sentenciaram a acordar as 4:30 da madruga. 

Um pernilongo antecipou o horário do xixi pra esta hora da madrugada. 

Na verdade, acordei mesmo por conta desta vontade enorme de ouvir estralo do penilongo na raquete elétrica. 

Queria vê-lo queimando na raquete na mesma intensidade que minha mão coçava com sua picada.

Mas..., como matar um inseto destes com o dito cujo tendo aquela anteninha de percepção ao acender a luz? 
 Parece que desaparece e se torna invisivel. Até o zunido fica oscilando como se estivesse em todos os lugares ao mesmo tempo. É enlouquecedor.

Pernilongo devia ser igual a Vagalume. Toda vez que faz o zunido deveria acender uma lampada na traseira. Ia facilitar a vida de quem mora em lugares infetados destes insetos sanguinários. Mas, quem manda é o nosso Todo poderoso. Ele decidiu assim: Vagalume acende luz no escuro e pernilongo dá uma zumbida quando vai atacar pra chupar nosso sangue, rs!

Todo inseto têm aquela finalidade "social" na natureza. Uns espalham doenças e outros são alimentos na cadeia alimentar da preservação das espécies. Olha..., eu queria saber qual a funçao do pernilongo? Será que é dar insônia no meio da noite? Eita bichinho chato!

Pois bem..pesquisei no google e olhe as pérolas que encontrei sobre este dito cujo:  

Pra que serve o Pernilongo?? Confira aqui um chat sobre ele

Olha o comentário do Zé Buzina "ele serve pa irrita as pessoas pras pessoas fikarem irritadas e virem postar sobre eles aki no forúm pra eles fikaem famosos e entrarem pra um grupo tipo pop star!!!......."

O Deca Boy diz "Ele serve pra melhorar nossos reflexos, é um bom exercício ficar a noite inteira dando cassetadas neles e se escondendo debaixo do cobertor, é uma forma de testar sua paciência também..."

A questão é tão séria que nem o Wikipédia consegue dizer a função do Pernilongo. A gente pergunta a função e respondem com a definição de mosquitos, confira aqui

Cansei, este inseto não tem é função nenhuma e deve existir mesmo é pra atormentar a vida de quem quer dormir uma boa noite de sono. Longe de mim querer pregar a violência, mas, pra mim: Pernilongo bom é Pernilongo morto, rs!

domingo, 23 de outubro de 2011

Kid Abelha, Pintura Intima REMIX

Amorzinho, esta é pra você dançar assim que chegar em Votuporanga...

Como Eu Quero, Kid Abelha.

Catedral, Zélia Ducan

Dejavu: E se tudo fosse apenas uma repetição do que vivemos?

Uma imagem me fez sentir aquele "dejavu". Foi tão forte que me deu insegurança. Minhas pernas ficaram bambas e danei a pensar, novamente, sobre os segredos do tempo.

Sim, é conclusivo a sentença de que tudo seja apenas mais um momento do velho e constante tempo que já tenhamos vivido há muito tempo. Se isso for verdade seria o tempo apenas uma idéia imaginária para mudar nossas decisões nos vários universos possíveis?

Uma coisa é mais do que certa: Todos nós temos, em alguma ocasião, esta sensação de dejavu. "Puxa, eu já vivi isso". Também é muito provável que seja apenas uma intuíção boba e sem o menor fundamento, não é mesmo?

Se formos pensar do ponto de vísta do espiritismo vamos concluir que todas as situações que vivemos foram programadas e reprogramadas pra voltarem a acontecer ao longo de muitos tempos. Nós mesmos teríamos decidido reviver situações pra corrigirmos erros antigos e evoluírmos de estágios dentro da máquina da vida, o Cosmo - Universo.

Portanto, a sensação de dejavu seria muito comum porque já vivemos tantas vezes a mesma situção que o resete da morte, e do renascimento, já não dão conta de apagar direito as memórias dos acontecimentos.

Pois, vejam bem.... Neste mesmo instante que escrevo estas palavras estranhas, um pernilongo veio atormentar minha orelha. Estaria ele interessado em desviar minha atenção? Acho que ele conseguiu porque acabo de perder o "fio da meada" do raciocinio. O pernilongo sumiu e as idéias também.

Oras...bolas...voltemos ao ponto "G": O espiritímo. No filme espirítos, em cartaz em qualquer cinema do Brasil, um homem é assassinado na década de 1930 e deixa mulher e filha sózinhas. 70 anos depois, um casal decide fazer um aborto e 2 anos mais tarde a mulher que abortou morre de câncer. Fica o marido, viúvo, entregue a bebida, solidão, tristeza e propenso ao suicídio.

"O Livro dos Espirítos" muda sua vida e escapa, por muito pouco, do suícidio. É revelado pro viúvo que a morte da mulher fora provocada pelo espiríto, vingador, do bebe que abortaram. Este espiríto, bebe abortado, tem a imagem do momento em que acontece o assassinato do homem da década de 1930. Descobre que foi o assassino do homem que desejava ser filho e da mulher, que ele provocou o câncer mortal, a viúva do passado. Caí em prantos, perdoando o aborto que fora vitima.

Há, nesta história, uma relação de causa e de efeito. Fatos se sucedem na esperança que os espirítos reparem seus erros e evoluam espiritualmente.

Sim, acredito nisso. Talvez por isso tenhamos tantas vezes estas sensações de dejavu. Os acontecimentos vão se repetindo na esperança que possamos corrigir nossos erros e perdoar antigos males que tenhamos sofrido. É isso, eu acho...alguém que conheça o assunto será que pode ajudar e comentar sobre tudo isso? Fique a vontade...

sábado, 22 de outubro de 2011

Coisas de Votuporanga, aprendendo o Votuporanguês

Antes de ir pra Votuporanga, resolvi aprender o Votuporanguês e um pouquinho da história desta cidade. 

Na língua Tupi , Votuporanga significa "vento bom". É também conhecida como a cidade das "brisas suaves" e foi fundada no dia 08 de agosto de 1937. 

Antes da emancipação, Votuporanga, era uma um povoado pertencente a Alvares Florence, - cidadezinha que não cresceu e sendo muito otimista hoje deve ter, aproximadamente, 4000 habitantes. Alvares Florence faz parte da microregião de Votuporanga. 

O curioso é que 08 de agosto é a véspera do dia de nascimento de minha grandiosa Gi. Pode-se dizer que existe duas datas importantes em Votuporanga e, pra euzinho, o dia 09 de agosto é a principal data da cidade. 

Há quem diga que o 09 de agosto de 1985 foi a data que iniciou o linguajar local: Votuporanguês, hahahaha.

É isso aí, Votuporanga tem seu modo próprio de se comunicar. Adentrar-se aos espaços da cidade sem falar o Votuporanguês corre-se o risco de ficar incomunicável e mal compreendido. Uma expressão muito falada em Votuporanga:

"Eita lasqueira":  pode ter vários significados dependendo do contexto. 

Em outra oportunidade, quando já tiver mais conhecimento do linguajar local, publicarei mais curiosidades da bela Votuporanga.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sociólogo norte-americano antecipa que ‘o capitalismo chegou ao fim da linha’

19/10/2011 17:04,  Por Redação, com IHU - de Washington


Estamos, pensa este professor da Universidade de Yale e personagem assíduo dos Fóruns Sociais Mundiais, em meio a uma bifurcação, um momento histórico único nos últimos 500 anos. Ao contrário do que pensava Karl Marx, o sistema não sucumbirá num ato heróico. Desabará sobre suas próprias contradições. Mas atenção: diferentemente de certos críticos do filósofo alemão, Wallerstein não está sugerindo que as ações humanas são irrelevantes.

Ao contrário: para ele, vivemos o momento preciso em que as ações coletivas, e mesmo individuais, podem causar impactos decisivos sobre o destino comum da humanidade e do planeta. Ou seja, nossas escolhas realmente importam. “Quando o sistema está estável, é relativamente determinista. Mas, quando passa por crise estrutural, o livre-arbítrio torna-se importante.”

É no emblemático 1968, referência e inspiração de tantas iniciativas contemporâneas, que Wallerstein situa o início da bifurcação. Lá teria se quebrado “a ilusão liberal que governava o sistema-mundo”. Abertura de um período em que o sistema hegemônico começa a declinar e o futuro abre-se a rumos muito distintos, as revoltas daquele ano seriam, na opinião do sociólogo, o fato mais potente do século passado – superiores, por exemplo, à revolução soviética de 1917 ou a 1945, quando os EUA emergiram com grande poder mundial.

As declarações foram colhidas no dia 4 de outubro pela jornalista Sophie Shevardnadze, que conduz o programa Interview na emissora de televisão russa RT. A transcrição e a tradução para o português são iniciativas do sítio Outras Palavras, 15-10-2011.
Leia aqui a entrevista, na íntegra:

– Há exatamente dois anos, você disse ao RT que o colapso real da economia ainda demoraria alguns anos. Esse colapso está acontecendo agora?

– Não, ainda vai demorar um ano ou dois, mas está claro que essa quebra está chegando.

– Quem está em maiores apuros: Os Estados Unidos, a União Europeia ou o mundo todo?

– Na verdade, o mundo todo vive problemas. Os Estados Unidos e União Europeia, claramente. Mas também acredito que os chamados países emergentes, ou em desenvolvimento – Brasil, Índia, China – também enfrentarão dificuldades. Não vejo ninguém em situação tranquila.

– Você está dizendo que o sistema financeiro está claramente quebrado. O que há de errado com o capitalismo contemporâneo?

– Essa é uma história muito longa. Na minha visão, o capitalismo chegou ao fim da linha e já não pode sobreviver como sistema. A crise estrutural que atravessamos começou há bastante tempo. Segundo meu ponto de vista, por volta dos anos 1970 – e ainda vai durar mais uns 20, 30 ou 40 anos. Não é uma crise de um ano, ou de curta duração: é o grande desabamento de um sistema. Estamos num momento de transição. Na verdade, na luta política que acontece no mundo — que a maioria das pessoas se recusa a reconhecer — não está em questão se o capitalismo sobreviverá ou não, mas o que irá sucedê-lo. E é claro: podem existir duas pontos de vista extremamente diferentes sobre o que deve tomar o lugar do capitalismo.

– Qual a sua visão?

– Eu gostaria de um sistema relativamente mais democrático, mais relativamente igualitário e moral. Essa é uma visão, nós nunca tivemos isso na história do mundo – mas é possível. A outra visão é de um sistema desigual, polarizado e explorador. O capitalismo já é assim, mas pode advir um sistema muito pior que ele. É como vejo a luta política que vivemos. Tecnicamente, significa é uma bifurcação de um sistema.

– Então, a bifurcação do sistema capitalista está diretamente ligada aos caos econômico?

– Sim, as raízes da crise são, de muitas maneiras, a incapacidade de reproduzir o princípio básico do capitalismo, que é a acumulação sistemática de capital. Esse é o ponto central do capitalismo como um sistema, e funcionou perfeitamente bem por 500 anos. Foi um sistema muito bem sucedido no que se propõe a fazer. Mas se desfez, como acontece com todos os sistemas.

– Esses tremores econômicos, políticos e sociais são perigosos? Quais são os prós e contras?

– Se você pergunta se os tremores são perigosos para você e para mim, então a resposta é sim, eles são extremamente perigosos para nós. Na verdade, num dos livros que escrevi, chamei-os de “inferno na terra”. É um período no qual quase tudo é relativamente imprevisível a curto prazo – e as pessoas não podem conviver com o imprevisível a curto prazo. Podemos nos ajustar ao imprevisível no longo prazo, mas não com a incerteza sobre o que vai acontecer no dia seguinte ou no ano seguinte. Você não sabe o que fazer, e é basicamente o que estamos vendo no mundo da economia hoje. É uma paralisia, pois ninguém está investindo, já que ninguém sabe se daqui a um ano ou dois vai ter esse dinheiro de volta. Quem não tem certeza de que em três anos vai receber seu dinheiro, não investe – mas não investir torna a situação ainda pior. As pessoas não sentem que têm muitas opções, e estão certas, as opções são escassas.

– Então, estamos nesse processo de abalos, e não existem prós ou contras, não temos opção, a não ser estar nesse processo. Você vê uma saída?

– Sim! O que acontece numa bifurcação é que, em algum momento, pendemos para um dos lados, e voltamos a uma situação relativamente estável. Quando a crise acabar, estaremos em um novo sistema, que não sabemos qual será. É uma situação muito otimista no sentido de que, na situação em que nos encontramos, o que eu e você fizermos realmente importa. Isso não acontece quando vivemos num sistema que funciona perfeitamente bem. Nesse caso, investimos uma quantidade imensa de energia e, no fim, tudo volta a ser o que era antes. Um pequeno exemplo. Estamos na Rússia. Aqui aconteceu uma coisa chamada Revolução Russa, em 1917. Foi um enorme esforço social, um número incrível de pessoas colocou muita energia nisso. Fizeram coisas incríveis, mas no final, onde está a Rússia, em relação ao lugar que ocupava em 1917? Em muitos aspectos, está de volta ao mesmo lugar, ou mudou muito pouco. A mesma coisa poderia ser dita sobre a Revolução Francesa.

– O que isso diz sobre a importância das escolhas pessoais?

– A situação muda quando você está em uma crise estrutural. Se, normalmente, muito esforço se traduz em pouca mudança, nessas situações raras um pequeno esforço traz um conjunto enorme de mudanças – porque o sistema, agora, está muito instável e volátil. Qualquer esforço leva a uma ou outra direção. Às vezes, digo que essa é a “historização” da velha distinção filosófica entre determinismo e livre-arbítrio. Quando o sistema está relativamente estável, é relativamente determinista, com pouco espaço para o livre-arbítrio. Mas, quando está instável, passando por uma crise estrutural, o livre-arbítrio torna-se importante. As ações de cada um realmente importam, de uma maneira que não se viu nos últimos 500 anos. Esse é meu argumento básico.

– Você sempre apontou Karl Marx como uma de suas maiores influências. Você acredita que ele ainda seja tão relevante no século XXI?

– Bem, Karl Marx foi um grande pensador no século XIX. Ele teve todas as virtudes, com suas ideias e percepções, e todas as limitações, por ser um homem do século XIX. Uma de suas grandes limitações é que ele era um economista clássico demais, e era determinista demais. Ele viu que os sistemas tinham um fim, mas achou que esse fim se dava como resultado de um processo de revolução. Eu estou sugerindo que o fim é reflexo de contradições internas. Todos somos prisioneiros de nosso tempo, disso não há dúvidas. Marx foi um prisioneiro do fato de ter sido um pensador do século XIX; eu sou prisioneiro do fato de ser um pensador do século XX.

– Do século 21, agora…

– É, mas eu nasci em 1930, eu vivi 70 anos no século XX, eu sinto que sou um produto do século XX. Isso provavelmente se revela como limitação no meu próprio pensamento.

– Quanto – e de que maneiras – esses dois séculos se diferem? Eles são realmente tão diferentes?

– Eu acredito que sim. Acredito que o ponto de virada deu-se por volta de 1970. Primeiro, pela revolução mundial de 1968, que não foi um evento sem importância. Na verdade, eu o considero o evento mais significantes do século XX. Mais importante que a Revolução Russa e mais importante que os Estados Unidos terem se tornado o poder hegemônico, em 1945. Porque 1968 quebrou a ilusão liberal que governava o sistema mundial e anunciou a bifurcação que viria. Vivemos, desde então, na esteira de 1968, em todo o mundo.

– Você disse que vivemos a retomada de 68 desde que a revolução aconteceu. As pessoas às vezes dizem que o mundo ficou mais valente nas últimas duas décadas. O mundo ficou mais violento?

– Eu acho que as pessoas sentem um desconforto, embora ele talvez não corresponda à realidade. Não há dúvidas de que as pessoas estavam relativamente tranquilas quanto à violência em 1950 ou 1960. Hoje, elas têm medo e, em muitos sentidos, têm o direito de sentir medo.

– Você acredita que, com todo o progresso tecnológico, e com o fato de gostarmos de pensar que somos mais civilizados, não haverá mais guerras? O que isso diz sobre a natureza humana?

– Significa que as pessoas estão prontas para serem violentas em muitas circunstâncias. Somos mais civilizados? Eu não sei. Esse é um conceito dúbio, primeiro porque o civilizado causa mais problemas que o não civilizado; os civilizados tentam destruir os bárbaros, não são os bárbaros que tentam destruir os civilizados. Os civilizados definem os bárbaros: os outros são bárbaros; nós, os civilizados.

– É isso que vemos hoje? O Ocidente tentando ensinar os bárbaros de todo o mundo?

– É o que vemos há 500 anos.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Qual o Propósito da Vida?

 A vida é uma corrida maravilhosa. É cheia de graça, de irônia e acima de tudo de brincadeiras. Quem acha que a vida é só isso que observamos em nossa forma física vai ter uma surpresa quando desencarnar. 

Eu tenho a impressão que podemos ter as duas coisas na vida: A noção exata do que é a vida material e a compreensão clara da vida espiritual. Talvez no ambito do espírito tenhamos mais a sensação através de nosso sexto sentido. 

De qualquer maneira, eu acredito que nossa evolução vai propiciar um conhecimento maior e um sentimento que nos integra com todos os corpos do Universo. 

Será a integração de nosso eu com o Todo porque a realidade talvez seja que somos minusculas partes de um complexo de vida de forma infinita que está interligado e composto de matéria e espírito no Universo.

Propósito de vida

“Em uma longa corrida, um atleta pode ter que passar por vários desafios: cansaço, dúvida sobre seu potencial, atalhos ilusórios, etc. Assim também é a vida. É importante ter claro o ‘norte’ a ser atingido. O propósito da autotransformação e de ser útil na melhoria do mundo são grandes aliados em nossa jornada. Junto com isso, aceitar a companhia e aproximar-se do Divino traz mais segurança no caminho. Desse modo, mesmo que seja necessário rever-se, repensar, adaptar-se, tolerar..., não importa; ao manter a fé em seu propósito, uma pessoa é capaz de erguer-se e avançar, não importa o que surja à sua frente, aproximando-se cada vez mais da linha da Vitória.”

BRAHMA KUMARIS

domingo, 16 de outubro de 2011

Email do Yahoo pisa na bola em pleno domingo: Deu pau!

Pois é, em pleno domingo o email do yahoo deu o maior "Pau" e nada funcionou. 

Recebi um email por volta das 10:30 desta manhan de domingo e tinha que responder rapidamente. 

Fiquei horas tentando entrar em minha caixa de email para ler a minha caixa de entrada de postagem. 

A barra de ferramenta ficava piscando e aparecia a informação "carregando email" e nunca carregava.

Por volta das 15 horas, cansei da tortura, desisti da espera e fui pro gmail. Tive que ligar pra quem me passou o email pra fazer a gentileza de reenviá-lo pra meu endereço do gmail. Deus salve o gmail, rs!

Em 5 minutos recebi o tal email urgente e respondi prontamente, só não sei se acreditaram em minha informação de que o "Grande" SítioYahoo tenha dado cano em seus usuários justo no domingo.

Sanado minha necessidade, fui dar uma volta de bicicleta por Barão Geraldo e quando voltei, entrei de novo no yahoo mail pra ver minha caixa de entrada e qual não foi minha surpresa que estava e ainda está fora do ar o email do Yahoo. 

Será que invadiram minha caixa de email ou o "Grande Síte Yahoo" tá dando cano em todo mundo hein? My God, ninguém merece!


sábado, 15 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Rosemeire, do IEL, fala sobe TPM na EPTV

Como cuidar da TPM? Como lidar com a mullher neste período delicado?

A funcionária da Unicamp/IEL, da Secretaria de Pós, Rosemeire Marcelino, é entrevistada pela EPTV sobre a TPM. A entrevista ficou super bacana e trata de um assunto muito peculiar da mulher, assistam...
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